quarta-feira, 7 de março de 2012

Celular no "Centro das Atenções"

Dois gifs diferentes da série americana How I Met Your Mother pra mostrar como a reunião com amigos evoluiu esses anos. Com você também é assim?




Consultores de etiqueta são unânimes ao dizerem que as pessoas não devem se deixar usar pela tecnologia, mas sim aprender a tirar o melhor proveito dela.

A consultora de etiqueta Célia Leão afirma que ligações de trabalho devem ser atendidas apenas em horário de expediente. "As empresas dão celular para os seus funcionários e esperam que eles atendam a qualquer hora. Será que elas não se tocam de que existe hora para isso? A não ser que elas paguem hora extra."

Joyce Pascowitch, uma das locomotivas no colunismo social no Brasil e hoje editora da Glamurama (glamurama.uol.com.br), não vê problema em atender ligações durante reuniões ou refeições. "As pessoas têm tempo curto, não vão receber ligações para fofocar. Acho educado deixar o outro atender, para que ele não fique constrangido."

Com smartphones, é preciso ter mais cuidado, diz. "Muita gente que usa smartphone é empresário estressado ou gente insegura. Não é nada elegante, nada simpático checá-lo o tempo todo."

Fábio Arruda, consultor de etiqueta que participou do reality show "A Fazenda", diz que uma das regras básicas das boas maneiras é perguntar se a pessoa do outro lado da linha pode falar naquele momento.

"Não há nada mais chato do que quem começa a falar, desembesta e você nem consegue avisar. Você diz que está ocupado, a pessoa responde que é rapidinho e continua falando."

É importante, também, escolher um toque adequado ao seu perfil, maneirar no volume e falar sempre em um tom de voz baixo -afinal, os outros não precisam acompanhar sua conversa. E, lembre-se: só forneça o número do celular de alguém com a devida autorização.

Se você é chamado de viciado pelos outros e até se incomoda com o tempo que gasta com aparelhos eletrônicos, Joyce aconselha calma.
"Isso é uma doença dos tempos modernos e muito comum de ocorrer. Não se torne escravo do que pode ser útil", diz. E lembra que nenhuma pessoa importante que ela conhece --e são muitas-- fica conferindo o smartphone a cada minuto. "Quanto mais ocupada a pessoa, menos ela checa", ri.

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